Outros Espaços

Baloiço do Mezio
O maior baloiço panorâmico de Portugal

A 11 de julho de 2020, foi inaugurado, no alto do Mezio – Serra do Soajo, aquele que é “o maior baloiço panorâmico de Portugal”, o Baloiço do Mezio. Com mais de sete metros de altura, este baloiço permite-lhe desfrutar de uma vista panorâmica 360º para o Parque Nacional da Peneda-Gerês, um dos pontos de passagem obrigatória deste território, considerado pela UNESCO como Reserva Mundial da Biosfera.
Além da deslumbrante paisagem e de um pôr-do-sol sem igual, poderá observar, também, vacas cachenas e cavalos garranos a pastar, livremente, nas imediações. A natureza em estado puro é, sem dúvida, o principal atrativo deste baloiço, com acesso gratuito e permitido a qualquer hora do dia. Para lá chegar, basta percorrer 120 metros, a pé ou de bicicleta, em terreno tranquilo. Salienta-se, também, o facto de estar situado na freguesia de Cabana Maior, perto da aldeia do Soajo, perto da Porta do Mezio (500 m), do Parque de Campismo e Caravanismo da Travanca (1 km), onde se poderá hospedar e viver umas férias diferentes, e das belíssimas Lagoas de Travanca.

Porta do Sol

A passagem para uma varanda romântica sobre o Parque Nacional da Peneda-Gerês
Do outro lado, uma paisagem natural de cortar a respiração.
Situada perto do já famoso “Baloiço do Mezio”, na freguesia de Cabana Maior, a Porta do Sol é um monumento turístico original, que dá passagem para a uma varanda romântica e artística, debruçada sobre o chão de emoções e desejos do Parque Nacional da Peneda-Gerês.
Esta garrida porta, inaugurada em 27 de junho de 2021, encontra-se no meio da natureza e proporciona-lhe umas vistas inacreditáveis para um cenário encantador. Parece tirada de um conto de fadas.

Lagoas de Travanca
A magia da natureza em forma de água

Situadas junto à Porta do Mezio, num cenário natural magnífico do Parque Nacional Peneda-Gerês, as Lagoas de Travanca são autênticas piscinas naturais, alimentadas pelas águas puras e cristalinas do rio Ázere, que estão rodeadas de recantos com imensa vegetação e sombras e convidam a banhos refrescantes, nas tardes quentes de verão, bem como, a um agradável piquenique a dois ou em família.
Para aceder a estas, também consideradas uma das cascatas mais lindas da Serra do Soajo, o acesso é facilitado por passadiços de madeira e corrimão de corda, para auxiliar na descida. Se vier com crianças, recomendamos que fique pelas lagoas mais pequenas.
Uma vez aqui, não perca, também, a oportunidade percorrer os caminhos selvagens e encantar-se com as paisagens deslumbrantes, em torno das lagoas.

Núcleo Megalítico do Mezio
Monumento Nacional desde 1910

Integrado no conjunto de monumentos megalíticos conhecidos por “Antas da Serra do Soajo”, Monumento Nacional desde 1910, o Núcleo Megalítico do Mezio incorpora cerca de uma dezena de monumentos, distribuídos por uma zona planáltica de aproximadamente 2 km, favorecendo, deste modo, a visita e consequente contacto com exemplares únicos destes espaços funerários pré-históricos, edificados há cerca de 5000 anos. A área inclui três monumentos intervencionados cientificamente e posteriormente valorizados, as Mamoas 1, 5 e 6.
O visitante que se desloque ao local tem ao seu dispor informação gráfica informativa sobre os monumentos estudados, que permite a compreensão de todo o conjunto arquitetónico primitivo, bem como, das áreas valorizadas ao abrigo da intervenção global. O Núcleo Megalítico do Mezio
é um caso raro de importância, não só pela informação científica que permitiu colher, como também, pela recuperação e valorização patrimonial de um período tão remoto e único.

Gravuras Rupestres de Gião
Uma escrita antes da escrita

Um dos complexos de arte rupestre da Idade do Bronze mais importantes do Noroeste da Península Ibérica, composta por mais de cem rochas gravadas com diversos motivos de cariz simbólico e geométrico, onde se destacam elementos de forma quadrangular e retangular, com cantos redondos, bem como diversos antropomorfos (figuras esquemáticas da figura humana), sobretudo do tipo em fi.
As localizações da estação arqueológica no monte do Gião, a quase 800 metros de altitude, dominando um vasto anfiteatro natural, tornam-na igualmente superlativa em termos de ambiência natural, criando um todo profundamente simbólico da realidade social e religiosa das comunidades humanas que as realizaram durante o IIº milénio antes de Cristo.

Vila do Soajo
Uma das mais típicas e pitorescas aldeia do Alto Minho

Vila onde pequenas casas erguidas com blocos de granito ladeiam as ruas de pedra, que guiam para o largo do Eiró, onde se ergue um singular pelourinho (Monumento Nacional) que simboliza os privilégios forais concedidos por D. Dinis aos moradores de Soajo. Na periferia da área urbanizada, num ponto alto dominado por um grande afloramento granítico surge um imponente conjunto de 24 espigueiros e uma eira comunitária construídos em pedra, sendo esta eira comunitária uma das maiores e mais bem preservadas da região.

Brandas das Serras da Peneda e Soajo
As aldeias de Verão do alto da montanha

São muitas as brandas que marcam a paisagem e o modelo do povoamento tradicional do Soajo e da Peneda. São velhas povoações temporárias implantadas pelo Homem nas alturas da montanha, em zonas com condições naturais favoráveis à agricultura e pastorícia.

Santuário da Nossa Senhora da Peneda
A Senhora das alturas

Construído em honra da Senhora das Neves. Segundo a lenda, a imagem da Senhora terá sido encontrada numa lapa, dando origem a um local de romaria. É inspirado no Santuário de Bom Jesus do Monte, em Braga, mas a forma como se integra na paisagem, construído mesmo junto à fraga da Meadinha, dá-lhe um encanto especial.

Mosteiro de Ermelo
O Mosteiro dos Monges de Cister

Provavelmente edificado por D. Teresa, adotou a Ordem de Cister no final do século XIII, integrando deste modo a área sob a influencia de Santa Maria de Fiães. Evoluindo com imensas dificuldades, é transformado em 1441 em igreja paroquial, regressando à ordem em 1497. Em 1560 apresentava já um avançado estado de abandono, pelo que é secularizado, sendo os seus rendimentos integrados no colégio de S. Bernardo de Coimbra. Atualmente subsistem ainda algumas das estruturas arquitetónicas da igreja românica e das posteriores alterações realizadas na Época Moderna.

Fojos do Lobo
As antigas armadilhas para os Lobos

Existem apenas no norte da Península Ibérica e são basicamente de dois tipos – de cabrita e de paredes convergentes. Nos primeiros, de forma circular, era colocada uma cabra que servia de engodo para atrair o lobo. Os de paredes convergentes, constituídos por duas paredes que convergem para um fosso implicam uma batida que envolvia toda a aldeia e por vezes as aldeias vizinhas. Os batedores conduziam o lobo para o fojo e este acabava por cair no fosso previamente dissimulado com vegetação.

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